ATENÇÃO!!!! MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE
EDITAL FNMA/FNMC nº 01/2018
Iniciativas socioambientais para redução de vulnerabilidade à mudança do clima em áreas urbanasà
Objetivo: Promover a seleção de propostas que receberão recursos financeiros, não reembolsáveis, para
implementação de iniciativas socioambientais de redução de vulnerabilidade à mudança do clima em
áreas urbanas
Fonte: Edital em anexo
SICONV:Confira
CÍDIDO DO PROGRAMA: 4420420180001
Conhecer é tarefa de sujeitos, não de objetos. E é como sujeito e somente enquanto sujeito, que o homem pode realmente conhecer. (Paulo Freire)
domingo, 29 de julho de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Instituto SEMEAR
http://contato.site/096407b/evolucao-social/suspensaodestituicaodopoderfamiliar
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Projetos
SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE 06 A 14 ANOS - Pq. Via Norte
Conjunto de ações que buscam contribuir para o processo de emancipação social, conquista da autonomia e exercício da cidadania de crianças, adolescentes e seus familiares em situação de vulnerabilidade social. A ABS oferece um espaço de acolhimento, diálogo e orientação sobre temas relacionados à realidade das crianças e adolescentes, desenvolvendo atividades que estimulam o convívio social, a formação cultural e o desenvolvimento de habilidades pessoais.[+]
SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE 06 A 14 ANOS - Vila Olimpia
A gravidade do estado de pobreza e miséria, no Brasil, é permanente preocupação e nos faz refletir sobre suas influências principalmente na área de atuação junto ao contexto familiar. Nas ultimas décadas observamos uma enorme desigualdade, a população não é capaz de gerar renda suficiente para ter acesso sustentável aos recursos básicos que garantam uma qualidade de vida digna. [+]
SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS – CENTROS DE CONVIVÊNCIA INCLUSIVOS E INTERGERACIONAIS - Vila Olímpia
Os bairros Vida Nova e Vila Olímpia são territórios de grande vulnerabilidade social e apresenta uma realidade extremamente desafiadora com alto índice populacional, acentuados bolsões de miséria, grande déficit habitacional, alta taxa de desemprego, gravidez precoce, crianças e adolescentes em situação de trabalho de rua, escassez de recursos sociais e áreas de lazer. [+]
SERVIÇOS COMPLEMENTARES - PESSOAS ADULTAS EM SITUAÇÃO DE RUA - Casa da Cidadania
Campinas faz parte da região metropolitana, abrangendo 19 municípios com população média de dois milhões de habitantes distribuídas nos quatro distritos em uma área de 3.647 Km². Tem se consolidado como um dos principais pólos econômicos, tecnológicos e culturais do país, que se contrasta com uma situação de desigualdade e vulnerabilidade social intensos, gerando greves problemas. [+]
sábado, 21 de julho de 2018
Educação Infantil
Os impactos na Educação Infantil causados pela Base Nacional Comum Curricular
Para começar a nossa conversa nada melhor que apresentar a Base da nossa Educação Nacional que atualmente está em discussão em nosso país que é a Base Nacional Comum Curricular que visa nortear o ensino, o aprendizado, a formação docente e o material didático em nossa sociedade.
A Base, já prevista na Constituição Federal e afirmada no Plano Nacional de Educação é a “base”, “alicerce” para a transformação da educação básica brasileira.
Isso quer dizer que a educação brasileira deverá assumir papéis importantes, e o primeiro deles é a formação tanto inicial quando continuada dos nossos professores que será preciso um forte investimento nas ações de todos os educadores, bem como gestores de educação do Brasil.
Falar da Base não significa falar de um currículo único para todo o país, ao contrário, cabe ao sistema educacional de cada estado e municípios, garantir a organização curricular da parte diversificada. Isso mesmo, a BNCC é base comum para a construção do currículo e à cada município é dada a autonomia para a elaboração da parte diversificada do currículo que garante as especificidades regionais e culturais da sociedade brasileira.
É importante salientar que as escolas possuem um papel fundamental na construção do currículo.
Veja mais sobre esse assunto em: A ESCOLA E O CURRÍCULO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA.
E agora que entendemos qual a função da BNCC para a Educação Brasileira, podemos refletir sobre seus impactos na Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica.
Ao longo dos anos, a Educação Infantil se constituiu como dever do Estado e direito de todas as crianças. Sua inclusão nos sistemas de ensino, como primeira etapa da Educação Básica, foi normatizada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96 (LDB).
Veja mais sobre esse assunto em: A EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA CONSTITUIÇÃO COMO DEVER DO ESTADO.
VAMOS PLANTAR O QUE QUEREMOS COLHER
PROJETO PEDAGÓGICO: VAMOS PLANTAR O QUE QUEREMOS COLHER
JUSTIFICATIVA:
O Projeto Pedagógico surgiu a partir da necessidade da Comunidade Escolar de valorização do ambiente em que passamos a maior parte das horas de todo o nosso dia: a ESCOLA. Desta forma, surgiu o interesse coletivo de, através de uma educação ambiental, promover uma escola sustentável através da preservação dos elementos vitais para a manutenção do equilíbrio da vida na terra. Esses elementos são: o homem, a água, a fauna e a flora.
Este projeto envolve a educação ambiental e a sociedade, buscando refletir sobre o meio em que vivemos, a ação do homem sobre ele e o uso de valores necessários para o resgate da valorização da vida na terra.
Além de partir da observação do interesse e da necessidade das crianças do Inf. I ao Inf. V acreditamos que o projeto deve ampliar os seus horizontes de conhecimentos e, sensibilizar toda a comunidade escolar sobre a preservação do meio em que vivemos e o resgate de valores entre eles o respeito à natureza e a uns aos outros.
Que as crianças preferem brincar ao ar livre não é novidade, mas com este projeto pretendemos articular uma pedagogia vivenciada em contato com a natureza e sua contribuição para o desenvolvimento infantil.
Portanto, o projeto trará ações educativas que terá como carro-chefe a literatura infantil, mas que não se restringirá a ela. A leitura e contação de histórias servirão de suporte literário para as atividades práticas, encantamento das crianças sobre o tema e deleite.
OBJETIVOS:
- Promover o uso da linguagem e de habilidades cooperativas;
- Desenvolver a imaginação e um sentimento de admiração pelo mundo, que funciona como agente motivador para a preservação da vida na terra;
- Melhorar a atividade motora, incluindo coordenação equilíbrio e agilidade através de brincadeiras ao ar livre;
- Ampliar os conhecimentos das crianças quanto à natureza através das estórias da literatura infantil;
- Sensibilizar as crianças sobre os valores que existem em nosso mundo através do encantamento da literatura infantil;
- Garantir experiências que promovam a interação o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais (Artigo 9°. Inc. X);
- Aprender a fazer pesquisas;
- Incentivar a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza (Artigo 9°. Inc. VIII);
- Articular a literatura infantil com outras linguagens e experiências de aprendizagens presentes no artigo 9º da resolução nº 5, em especial os incisos I, II, III, V, VI, VII, IX e XII (“garantir experiências que possibilitem a utilização de computadores […]ou outro recurso tecnológico e midiático);
- Familiarizar-se com música/canções, filmes, poesias referentes ao tema;
- Incentivar a socialização entre a família e a instituição, família e a criança através da literatura e das atividades previstas;
- Reciclar/ reutilizar;
- Desenvolver a imaginação através da reutilização materiais de sucata;
- Brincar;
ESTRATÉGIAS:
- O desenvolvimento desse projeto pedagógico se dará através de atividades que estimulem as crianças a pensar sobre o tema articulando-o com a literatura. Para que isso ocorra as atividades se basearão em:
- Pesquisa cooperativa (comunidade, família, professora) através de instrumentos da tecnologia, livros, revistas, entre outros;
- Textos coletivos;
- Construção de ser crítico através de rodas de conversa e situações problemas;
- Conscientização ambiental através de rodas de conversa;
- Construção de painéis;
- Livros de contação;
- Vídeos;
- Músicas;
- Produções artísticas (teatro, produções de arte, pinturas, desenhos, dança, etc.);
- Poesias;
- Visita ao zoológico;
- Construção de murais;
- Utilização consciente da água;
- Reciclagem;
- Brincadeiras;
ATIVIDADES:
- Roda de conversa
Inicial/sensibilização: dependendo da turma em que estiver (com a oralidade mais desenvolvida) conversar com as crianças sobre o tema e das estórias escolhidas;
- Construção do quadro painel: VAMOS PLANTAR O QUE QUEREMOS COLHER!
- Pedir a colaboração dos pais com o projeto pedagógigo;
- Fazer pesquisas: livros e vídeos sobre o tema, e, também, levar as crianças para contação de estória;
- Contação de estórias (fantoches, objetos, dramatização, livros);
- Palestra sobre desenvolvimento sustentável para os Pais;
- Ação Educativa dos Pais na escola;
- Atividades práticas como plantação de um feijão – comparar o tempo de crescimento com o tempo que o homem leva para destruir uma árvore, sensibilizando sobre a preservação;
- Ação social das crianças (Abraço à natureza), solenidade de conscientização; (valor resgatado: RESPEITO);
- Uso consciente da água;
- Rodas de conversa sobre o que as plantas nos oferecem para viver;
- Dia da Culinária – Como nos alimentamos de forma mais saudável?
- Ação Educativa: palestras para as crianças sobre alimentação.
- Piquenique de frutas (alimentos que a natureza nos dá);
- Trabalhar o reconto feito pelas crianças das histórias escolhidas;
- Rodas de conversa sobre o tema e após cada investigação e contação (reconto);
- Proporcionar momentos de dramatização de estórias que contemple a ideia de SALVE NOSSO PLANETINHA através do teatro, da música e da brincadeira;
- Audição de poesias;
- Ensaios de produção de poesia para as crianças com oralidade mais desenvolvida;
- Construção de um texto coletivo sobre as descobertas que fizeram;
- Encontros de Rodas do Conhecimento para as crianças socializarem suas descobertas;
- Brincadeiras;
- Jogos coletivos (jogos da memória, quebra-cabeça, etc.);
- Dramatizações;
- Leitura de Imagens;
- Levar para as crianças obras de arte de artistas que abordem o tema natureza.
- Desenho, pintura e escrita espontânea sobre o tema e brincadeiras ao ar livre;
- Confecção de máscaras de animais que aprendemos seu habitat e sua importância para a natureza;
- Confecção de um painel com as obras das crianças sobre o tema;
- Visita ao zoológico para experimentar e visualizar os conhecimentos adquiridos sobre o tema.
- Brincadeiras dirigidas ao ar livre; (valor resgatado: AMIZADE);
- Construção de brinquedos com material de sucata;
- Transformando objetos do cotidiano em coleções (ex: tampinhas em diversos formatos);
- Rodas de conversa apresentando as crianças que tudo pode virar algo novo com um pouco de imaginação;
- Contação e exploração da história “Fábrica de Brinquedos” e outras que tenham a mesma temática;
- Visita do autor do livro e apresentação dos brinquedos fabricados;
- Brincadeiras dirigidas ao ar livre;
- Gincana entre as séries; (Valor Resgatado: COOPERAÇÃO)
- Atividades que contemplem temáticas como o lixo e coleta seletiva;
- Exposição de obras;
- Apresentação de peça teatral: O que cabe no meu mundo?
- Confraternização (Valor Resgatado: SOLIDARIEDADE E AMOR).
- Acompanhamento dos professores no planejamento das atividades (coordenadora);
CELEBRAÇÃO DO PROJETO:
- Será feita uma exposição de todas as produções e descobertas que as crianças fizeram coletiva e individualmente, durante o percurso do projeto através das RODAS DO CONHECIMENTO;
- Exibição de uma peça de teatro sobre os valores resgatados para toda a comunidade escolar como forma de celebração pelo trabalho de investigação e ampliação de conhecimento;
- Confraternização;
RECURSOS:
- Literatura infantil que aborde o tema do projeto pedagógico;
- Livros e revistas que abordem o tema;
- Poesias “Lamento de um lobo”, autoria de João Gilberto, e “L;ilão de Jardim” Cecília Meireles.
- Pinturas em pratos de isopô;
- Aparelho de som;
- Cd’s (músicas referentes ao tema e as histórias contadas);
- Aparelho de dvd;
- Televisão;
- Dvd’s;
- Folhas de papel madeira;
- Canetinhas, lápis de cor, de escrever;
- Tinta guache;
- Pincéis;
- EVA (para máscara);
- Cola branca e de isopor;
- Fita gomada.
- TNT colorido;
- Folhas de ofício;
- Quebra cabeças;
- Câmera fotográfica para registro de todas as atividades;
- Fotografias;
- Fantasia de animais;
- Marcar visita ao Zoológico (coordenadora);
- Contatar transporte (coordenadora);
- Reunião de pais para apresentação do projeto (coordenadora);
- Palestra: Desenvolvimento Sustentável (coordenadora);
- Marcar visita do autor (coordenadora);
- Organização da Gincana Cultural (coordenadora e docentes);
- Avaliação contínua do projeto (coordenadora e docentes);
AVALIAÇÃO:
Os programas educativos aqui expostos ajudarão á criança a desenvolver seus próprios conceitos sobre o que acontece com o meio ambiente, as fazendo entender o porquê devemos cuidar e proteger. Alem de informar, ajuda no desenvolvimento, fazendo com que a criança crie formas mais prazerosas de aprender e entender o que pode ser feito por um mundo melhor. A Educação Ambiental é uma ação de preservação ao ambiente e queremos passar isso adiante, para que no futuro possamos ser um planeta sustentável. Temos neste trabalho uma forma de ensinar brincando onde a cada nova brincadeira podemos ensinar grandes e importantes lições, e a maior de todas elas é o respeito pelo Meio Ambiente e por uns aos outros.
REFERÊNCIAS:
- Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil. Parecer 20/09 e Resolução 05/09. Brasília, MEC, 2009.
- SEDUC, Infância e educação Infantil.
- PMF, Proposta Pedagógica de Educação Infantil, 2009.
TRABALHO COM PROJETOS: O QUE É IMPORTANTE SABER?
O Que É Importante Saber Ao Realizar Trabalho Com Projetos?
O trabalho com projetos, segundo Oliveira (2002), não deve ser a única forma de organizar o trabalho nas salas de Educação Infantil, isto é, os projetos podem ocorrer entre outras atividades que fazem parte da rotina, como os jogos, atividades com músicas e outras. O que não pode ocorrer é a proposição do projeto para trabalhar, única e exclusivamente, os conteúdos que estão previstos. Por exemplo: sugerir um projeto para trabalhar as letras do alfabeto. Isto fere o princípio básico do trabalho com projetos, que é a necessidade de o projeto ter origem no interesse e nas experiências das crianças. Outro equívoco é a tentativa de forçar a inclusão de todas as áreas no desenvolvimento do projeto. Fazer uma relação entre os diversos conteúdos das áreas é uma possibilidade e não, uma imposição ou obrigatoriedade.
Sobre o trabalho com projetos também é importante saber: que todo projeto é um ato intencional, realizado em situação social, o que significa que todas as ações planejadas têm uma intenção real, devem propiciar a pesquisa e devem ser significativas para a vida das pessoas envolvidas; que o projeto deve surgir de um problema real, interessante e desafiador o suficiente para entusiasmar a todos na busca de sua solução; e que as experiências e saberes passados devem ser considerados pontos de partida para as novas experiências (BARBOSA & HORN, 2008).
Desta maneira, podemos assim dizer que através do trabalho com projetos, a criança aprende saberes sobre as pessoas, os objetos, os conteúdos das diversas áreas do conhecimento, sobre o mundo; constrói competências para trabalhar em equipe e cooperar, para utilizar instrumentos científicos de observação e coleta; desenvolve sua capacidade de construir relações, de imaginar, de explicar, de pesquisar; aprende a aceitar-se de forma positiva e a lidar com o sucesso e o insucesso; aprende a descobrir e a valorizar suas potencialidades (OLIVEIRA 2003). Todas essas conquistas da criança são possíveis porque ela é considerada protagonista em todo o processo.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Perguntas e Respostas – Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência e suas famílias
Este e-book produzido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e de Combate À Fome (MDS) contém as principais perguntas sobre o Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência e suas Famílias, ofertadas no Centro-Dia de referência. São questionamentos sobre o conceito de pessoas com deficiência e como são as normativas da Política Pública de Assistência Social para elas e suas famílias, respondidos de acordo com a Norma Operacional Básica do Sistema Único da Assistência Social – NOB/SUAS de 2012. baixe aqui: perguntas e Respostas sobre o trabalho do SUAS
Serviço de Acolhimento Institucional Para Mulheres em Situação de Violência
“Em briga de marido e mulher não se mete a colher” Será?
Porque devemos permitir que mulheres sejam brutalmente assassinadas, espancadas, humilhadas, torturadas e violentadas? Graças a coragem daquelas que sofreram todo tipo de violência, é que a realidade começou a mudar. A partir do momento em que o chamado “ciclo de violência” começou a ser combatido, houve a necessidade do desenvolvimento e implementação de políticas públicas que assegurassem às mulheres vítimas da violência, mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar.
Em 2003, com a criação da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), formulou-se a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, com objetivo de promover ações de enfrentamento à violência contra as mulheres.
É dentro deste contexto, no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que hoje abordaremos o Serviço de Acolhimento Institucional Para Mulheres em Situação de Violência, ofertado pela Proteção Social Especial de Alta Complexidade. Um serviço que possui questões fundamentais para a garantia do acesso das mulheres aos serviços especializados, e que tem o abrigamento como uma alternativa de extrema relevância, em situações de violência ao ofertar locais seguros e protegidos.
Serviço de Acolhimento Institucional Para Mulheres em Situação de Violência
Conforme previsto na Lei n° 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), cabe ressaltar que no que tange ao atendimento às mulheres em Casas-Abrigo, as medidas protetivas devem garantir a integridade física e moral da mulher nos casos de risco de morte.
Este serviço de acolhimento institucional funciona em unidades inseridas na comunidade com características residenciais, afim de proporcionar um ambiente acolhedor e estrutura física adequadas, visando ao desenvolvimento de relações mais próximas do ambiente familiar. Veja a Política: Políticas Públicas para as Mulheres
Orientações técnicas: Centro-Dia para pessoas com deficiência
Este manual desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) contém as orientações técnicas sobre o Serviço de Proteção Especial para pessoas com deficiência e suas famílias, ofertados no Centro-Dia. São abordados a estruturação do serviço, a melhores metodologias e técnicas acessíveis e alguns instrumentos facilitadores. O objetivo desse material é servir de guia para gestores e coordenadores promoverem ações nesse equipamento. fonte Manual de Orientações TécnicasPolítica Nacional de Assistência Social
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por intermédio da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) e do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), elaborou a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), demonstra a intenção de construir coletivamente o redesenho desta política, na perspectiva de implementação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Esta iniciativa, decididamente, traduz o cumprimento das deliberações da IV Conferência Nacional de Assistência Social, realizada em Brasília, em dezembro de 2003, e denota o compromisso do MDS e do CNAS em materializar as diretrizes da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). BAIXE AQUI: Política Nacional de Assistência Social
Articulação necessária na Proteção Social Básica
O Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) e o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) são os serviços que, juntamente com o Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para pessoas com deficiência e idosas, os programas, os projetos e os benefícios socioassistenciais, aterializam as ações da proteção social básica da Política de Assistência Social.
terça-feira, 10 de julho de 2018
Falar Faz Bem? O Problema é a Compreensão e se colocar no lugar do Outro! Eu Respeito As Suas Limitações.
Os estigmas e preconceitos da depressão
A depressão ainda traz, em pleno século 21, uma série de rótulos totalmente absurdos. Os preconceitos, a falta de conhecimento e a falta de empatia ainda são fatores de peso na percepção de muita gente sobre o que é a depressão. É impressionante como muita gente adora dar diagnósticos sem pé nem cabeça, sem saber do que estão falando e sem pensar no mal que podem estar causando. Julgam saber dos problemas de uma pessoa mais do que ela própria. Além desses rótulos não ajudarem em nada, contribuem para que a pessoa se deprima ainda mais.
Além de você explicar e conversar sobre o seu problema, não é que nós queremos que tenham pena,ou que somo coitadinhas e muito menos se fazer de vítima e nos consideram imcapazes de trabalhar, de ter opinião própria, o que mais nos machuca é aquela pergunta, o que você fez pela manhã? se você veio trabalhar de tarde? ai você responde não consigo acordar no horário como toda pessoa com saúde acorda cedo para trabalhar. por que a questão da saúde mental requer medicamentos, para controlar os sintomas causado por quem sofre doenças psicomáticas, síndrome do pânico, fibromealgia, transtorno de ansiedade generalizada.
Há diversos estudos e pesquisas comprovando que a depressão é um transtorno multideterminado (fatores genéticos, orgânicos, psicológicos, sociais, familiares, existenciais, história de vida, etc), o que contribui para que o diagnóstico da depressão seja considerado de alta complexidade pelos profissionais da saúde. Por isso, a religião e a espiritualidade de uma pessoa não podem ser tomadas como causas únicas da depressão.
Esse estigma mostra falta de respeito com a pessoa deprimida, culpabilizando-a e menosprezando seu sofrimento. Além de não respeitar a fé, o livre arbítrio, as crenças e a religião da pessoa, traz sentimentos de culpa fazendo com que ela se sinta em falta com Deus ou indo contra sua religião.
O estigma do “você tá assim porque quer” esquece que nem sempre uma pessoa quer sofrer de propósito. A depressão não é uma escolha pessoal e nem se resume a ter pensamentos negativos. A depressão é um transtorno que envolve muitos fatores e precisa ser tratada com a medicação e com a psicoterapia. Há casos de depressão onde há mecanismos de auto sabotagem e vitimização. Mas nem sempre se trata disso e é preciso compreender bem o que está acontecendo.
Precisamos derrubar os mitos, preconceitos e estigmas que ainda rondam a depressão. Ao invés de julgar e rotular uma pessoa deprimida, incentive-a a buscar ajuda e tratamento. Demonstre que você está do lado dela e encoraje-a a se cuidar. Os estigmas inferiorizam uma pessoa e ouvir essas frases é justamente o que ela não está precisando.
domingo, 8 de julho de 2018
Falar Faz Bem? O Problema é a Compreensão e se colocar no lugar do Outro! Eu Respeito As Suas Limitações.
Os estigmas e preconceitos da depressão
A depressão ainda traz, em pleno século 21, uma série de rótulos totalmente absurdos. Os preconceitos, a falta de conhecimento e a falta de empatia ainda são fatores de peso na percepção de muita gente sobre o que é a depressão. É impressionante como muita gente adora dar diagnósticos sem pé nem cabeça, sem saber do que estão falando e sem pensar no mal que podem estar causando. Julgam saber dos problemas de uma pessoa mais do que ela própria. Além desses rótulos não ajudarem em nada, contribuem para que a pessoa se deprima ainda mais.
Além de você explicar e conversar sobre o seu problema, não é que nós queremos que tenham pena,ou que somo coitadinhas e muito menos se fazer de vítima e nos consideram imcapazes de trabalhar, de ter opinião própria, o que mais nos machuca é aquela pergunta, o que você fez pela manhã? se você veio trabalhar de tarde? ai você responde não consigo acordar no horário como toda pessoa com saúde acorda cedo para trabalhar. por que a questão da saúde mental requer medicamentos, para controlar os sintomas causado por quem sofre doenças psicomáticas, síndrome do pânico, fibromealgia, transtorno de ansiedade generalizada.
Há diversos estudos e pesquisas comprovando que a depressão é um transtorno multideterminado (fatores genéticos, orgânicos, psicológicos, sociais, familiares, existenciais, história de vida, etc), o que contribui para que o diagnóstico da depressão seja considerado de alta complexidade pelos profissionais da saúde. Por isso, a religião e a espiritualidade de uma pessoa não podem ser tomadas como causas únicas da depressão.
Esse estigma mostra falta de respeito com a pessoa deprimida, culpabilizando-a e menosprezando seu sofrimento. Além de não respeitar a fé, o livre arbítrio, as crenças e a religião da pessoa, traz sentimentos de culpa fazendo com que ela se sinta em falta com Deus ou indo contra sua religião.
O estigma do “você tá assim porque quer” esquece que nem sempre uma pessoa quer sofrer de propósito. A depressão não é uma escolha pessoal e nem se resume a ter pensamentos negativos. A depressão é um transtorno que envolve muitos fatores e precisa ser tratada com a medicação e com a psicoterapia. Há casos de depressão onde há mecanismos de auto sabotagem e vitimização. Mas nem sempre se trata disso e é preciso compreender bem o que está acontecendo.
Precisamos derrubar os mitos, preconceitos e estigmas que ainda rondam a depressão. Ao invés de julgar e rotular uma pessoa deprimida, incentive-a a buscar ajuda e tratamento. Demonstre que você está do lado dela e encoraje-a a se cuidar. Os estigmas inferiorizam uma pessoa e ouvir essas frases é justamente o que ela não está precisando.
sexta-feira, 6 de julho de 2018
VOCÊ SABE O QUE É VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL?
A Vigilância Socioassistencial é uma função essencial à política de Assistência Social, ao lado da Proteção Social e da Defesa de Direitos. Cabe à Vigilância a produção sistematizada e a análise de informações territorializadas sobre a demanda e a oferta dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais. Nesse sentido, nesta página serão divulgados materiais e orientações sobre sistemas, indicadores, diagnósticos e outras informações pertinentes que envolvem a Vigilância Socioassistencial e que podem auxiliar no planejamento, monitoramento e avaliação, visando ao aprimoramento das ofertas da política de assistência social.
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